
O governo federal estrutura a utilização de compras por encomenda tecnológica para a aquisição de tecnologias e insumos de saúde. A iniciativa, que visa identificar demandas específicas do Ministério da Saúde, tem o objetivo de realizar uma encomenda inicial, ainda que de pequeno porte, para testar a viabilidade desse instrumento de compra até o fim deste ano. Este esforço de inovação tecnológica abrangerá as necessidades do SUS, desde o desenvolvimento de novas vacinas até o suporte para dispositivos médicos e medicamentos.
A informação foi dada ao JOTA pela secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde, Fernanda De Negri.
Para complementar o fomento à inovação radical, De Negri confirmou o desenho de um novo programa de incentivo à pesquisa clínica. O projeto vai abranger as fases iniciais de desenvolvimento. Estão previstos treinamento de pessoal, estruturação de uma rede de centros de pesquisa clínica credenciados e assessoria regulatória, área apontada como um dos principais entraves do setor.
A equipe busca definir as fontes de financiamento para o programa, cuja implementação é esperada para este ano. Embora a maior parte da demanda seja para medicamentos, o projeto também atenderá dispositivos médicos que necessitem de testes.
As declarações foram dadas durante o lançamento do Grupo de Trabalho da Cadeia de Valor da Indústria da Saúde, realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) na quarta-feira (25/2). O grupo busca apoiar a construção e fortalecimento de estratégias públicas destinadas ao desenvolvimento do Complexo Econômico Industrial da Saúde.
Durante o evento, foi assinado acordo de cooperação técnica entre o Sesi e o Sindusfarma para a produção de subsídios e levantamento de dados sobre a produção industrial na Saúde.
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