Limites da liberdade religiosa e o uso de símbolos em atos políticos

O uso de símbolos religiosos em atos políticos levanta questões sobre a laicidade do Estado e a proteção constitucional à liberdade de crença.

O uso de símbolos religiosos em atos políticos levanta questões sobre a laicidade do Estado e a proteção constitucional à liberdade de crença.

O anúncio público de desistência de Ricardo Salles à candidatura ao Senado por São Paulo carece de formalização perante a Justiça Eleitoral, mantendo o status jurídico do pleito inalterado até o momento.

A 1ª Câmara Reservada de Direito Empresarial do TJ-SP manteve decisão que negou o bloqueio de perfis em redes sociais que utilizavam o nome de uma universidade para fins satíricos.

O Tribunal de Justiça da Bahia identificou o uso de comandos ocultos em um Habeas Corpus para tentar manipular ferramentas de IA da corte.

O presidente do STF, Edson Fachin, negou seguimento à arguição de suspeição movida pela defesa de Flávio Bolsonaro contra o ministro Flávio Dino.

O Judiciário cearense concedeu liberdade ao advogado João Munhoz Neto, investigado pela morte de Isabelle Caracristi, mediante imposição de cautelares diversas da prisão.

A falta de dados sobre o custo administrativo imposto pelo Estado trava a desburocratização. É preciso adotar uma política baseada em evidências para medir o impacto real das normas.

A secretária-geral do CNJ aponta que a velocidade do ambiente de negócios brasileiro ainda não encontra eco na eficiência do sistema judicial.

Decisões monocráticas no STF reforçam que a participação de candidatos em debates televisivos não é um direito absoluto, preservando o poder de organização das empresas de comunicação.

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, indeferiu o pedido de suspeição contra o ministro Flávio Dino em processos que tratam de condutas eleitorais de Lula e Flávio Bolsonaro.